terça-feira, 15 de maio de 2012




RELATO REFLEXIVO
Quando recebi o convite para fazer a inscrição neste curso, fiquei empolgadíssima. Afinal na escola onde trabalho , temos um grupo de cinco pessoas que sempre esta a procura de novidades para inovar nas metodologias já existentes.
Confesso que os módulos superaram as minhas expectativas e contribuíram muito para minha formação. Ao realizar as atividades , pude me questionar se estava contribuindo corretamente com os professores e com os alunos.
o meu grande desafio foi construir um blog. Nunca havia passado por esta experiência, foi gratificante poder compartilhar e trabalhar em grupo com as meninas. Muitas vezes recorri aos meus alunos para que estes pudessem me auxiliar nas postagem. Amei a experiência.
O curso me fez enxergar onde talvez possamos estar errando na escola,, na falta de leitura,no incentivo do uso de novas tecnologias e os desafios que muitas vezes deixamos de fazer.



Cristiane Aparecida de Oliveira

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Saudades

Olá!

Senti saudade de postar nesse blog, pode?
Pode!!!
O curso tem estimulado a querer escrever ainda mais.
Na verdade já estou sentindo saudade, sabe?

Foi um prazer estar com colegas tão competentes... Participativos, enfim queridos.

Parabéns a todos nós por mais um curso realizado e que venha sempre mais...

Realmente é lendo, é escrevendo que se aprende, vamos lá!

Podemos sempre mais.

A palavra chave é mais, mais!!!

Espero que possamos nos encontrar... Em novos Cursos, neste blog, em outro, em algum lugar, online de preferência. Observação, calma gente pode ser pessoalmente, é que bom valorizarmos ainda mais, novamente mais o nosso Curso, que tal???

Um grande abraço.

Eliane Graciela

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Alguns Relatórios Reflexivos...


Olá pessoal!

No 4º módulo do Curso Práticas de leitura, foi solicitado para realizarmos um Relato Reflexivo, contemplando:


           a) O processo pelo qual você passou neste curso e as possíveis contribuições para o trabalho, em  sua disciplina, com as práticas de leitura e escrita;

         b) Uma reflexão sobre como foi para você produzir textos para o contexto digital e compor o blog;

       c) Outros pontos necessários.

Segue o meu relato abaixo:

Instigar sempre...
      Esse Curso contribuiu para refletir ainda mais sobre o quanto as habilidades leitora e escritora são essenciais e devem ser trabalhadas na escola com qualidade... Eu diria é treinamento mesmo, mas de forma instigante, com objetivos claros, afinal para tudo se tem um objetivo e ele deve ser abordado de primeira. Lançar desafios de leitura e escrita é primordial, lembrando que o feedback é a palavra-chave. Os alunos necessitam de retorno, quem não necessita?
          Já utilizei o artigo que lemos sobre letramento, chamado: Novas Práticas de Leitura e Escrita: Letramento na Cibercultura de Magda Soares, em meu TCC do Curso de Pedagogia em que estou matriculada.
         A oportunidade de ler os textos dos colegas, os diferentes gêneros contribuiu muito para meu aprimoramento, escrever o texto proposto para o nosso grupo também, o questionário, fiquei me questionando, posso colocar introdução e desfecho? Será que vai se transformar em outro gênero? Enfim, reflexões, práticas muito importantes para refletir e melhorar o nosso trabalho e consequentemente melhorar o aprendizado dos alunos.
         O blog? Já tenho um de inglês, mas o diferencial desse foi ser parte de um grupo, dividir o espaço. É bem interessante! Confesso que fiquei muitas vezes ansiosa, pensando:
         _ E a colega do curso vai postar no blog? Será que eu posto para ela? Uma experiência bastante importante. Outro fato é ser avaliado pelos colegas, mas fiquei feliz, pois me senti mais segura ao postar no blog, após avaliação dos colegas e Tutora.
           Gostaria de terminar com uma citação que aprecio sobre leitura da autora Isabel Solé, para que possamos continuar na caminhada e fazendo sempre o nosso melhor, o melhor para os nossos alunos.
“Não devemos esquecer que a escola prepara para a vida, e não para a própria escola, e que ao longo de sua vida os alunos deparar-se-ão com textos difíceis, poucos estruturados, mal-escritos ou muito criativos e devem ser capazes de lê-los.” (SOLÉ, 1998, P. 142).

Abraços,

Eliane Graciela

Aproveito para postar o Texto da colega Fábia:

Uma vez, Gandhi disse a seus seguidores: “A única revolução possível é dentro de nós”.  E é esta revolução que estou disposta a fazer desde que iniciei este curso de aperfeiçoamento. Almejo aprender sempre mais para melhorar como ser humano. A cada módulo que estudei até aqui, foi de muito aprendizado. Quanto mais estudo, mais transformação / inovação há em minha prática de leitura e de escrita (a específica e também a pedagógica). Ao começar a produzir o interrogatório, confesso que agi como um aluno. Fiz um planejamento de ideias, rabisquei e apaguei quase tudo. Causou certo estranhamento ao saber que produzi um texto  para ser exposto em um contexto digital (blog). Só me aliviei quando recebi o primeiro elogio, de uma companheira do grupo 3.Outro ponto importante do curso é a interação entre o grupo 3 e entre os demais grupos.

sábado, 5 de maio de 2012


O INTERROGATÓRIO




Em uma manhã de sábado chuvosa, Andréia Rocha acorda e nem imagina que o seu final de semana não será como os outros.

COPOM: Polícia Militar, bom dia?


Andréia Rocha: Bom dia, por favor, preciso que uma viatura venha até  a rua Antonio Rodrigo de Oliveira, nº 535, Tatuapé.

COPOM: Qual a solicitação, senhora?

Andréia Rocha: Tem um homem morto, na porta da minha casa.

COPOM: - Estaremos enviando uma viatura para averiguação. Mantenha calma, senhora.

Alguns minutos depois. A campainha toca novamente...

DELEGADO: Foi a senhora que ligou para o 190 e solicitou uma viatura aqui para o nº 535?

Andréia Rocha: Sim, senhor.

DELEGADO: Eu terei que fazer algumas perguntas informalmente. A que horas a senhora chegou ontem e onde estava?

Andréia Rocha: Eu cheguei tarde, aproximadamente às 21:00, pois tive que entregar alguns relatórios urgentes. Tomei um banho e deitei.

DELEGADO: Onde a senhora trabalha?

Andréia Rocha: Eu trabalho no Hospital das Clínicas, sou enfermeira.

Delegado: A que horas a senhora levantou, hoje?

Andréia Rocha: Hoje, levantei  por volta das 06:30. Fui ao banheiro, escovei os meus dentes e lavei o meu rosto. De repente, escutei a campainha tocar. Gritei que esperassem um pouco. Enxuguei-me às pressas, fui até a porta, destranquei-a e abri.

DELEGADO: O que viu?

Andréia Rocha: Ao abrir a porta, vi uma cena horrível. Deparei-me com um homem caído na soleira.

DELEGADO: Havia mais pessoas por perto? Ou observando a vítima?

Andréia Rocha: Não, mesmo com medo, corri o olhar em torno e constatei que haviam apenas duas pessoas: eu e o homem caído.

DELEGADO: O que a senhora fez?

Andréia Rocha: Abaixei-me, toquei-o com os dedos. Como trabalho no hospital, conheço alguns procedimento básicos.

DELEGADO: O homem ainda tinha sinais vitais?

Andréia Rocha: Não. Ao tocá-lo senti que o seu corpo estava frio e rígido. Mesmo que esta situação seja comum no meu dia-a-dia, levei um susto, pois estava diante de um cadáver, e ainda por cima na minha porta.

DELEGADO: Viu algum objeto próximo à vítima?

Andréia Rocha: Não. A minha única preocupação foi, correr para dentro de casa, pegar o telefone e ligar para a polícia ( COPOM).

DELEGADO: A senhora será intimada a depor no Distrito Policial nos próximos dias.

Andréia Rocha: Claro. Estarei a disposição para colaborar com as investigações.

DELEGADO: Obrigado pela colaboração e tenha um bom dia.

Andréia Rocha: Bom dia.










terça-feira, 1 de maio de 2012

Foi solicitado no Curso Práticas de Leitura-Leitura e Escrita em Contexto Digital - 2012-Mód II- a realização de Depoimentos de Leitura e Escrita que já postamos aqui no blog.

 E no módulo III foi solicitado aos grupos que elaborassem os gêneros textuais abaixo ( texto baseado em uma sequência de eventos que foi apresentada no curso).
*        uma notícia para um jornal do tipo popular;
*      uma notícia para um jornal voltado para as classes A e B;
*   um interrogatório (que supostamente aconteceu horas depois dos eventos enumerados e é presidido pelo delegado junto a você, pessoa que encontrou o cadáver);
*       uma conversa telefônica entre dois amigos (você e a pessoa que achou o cadáver); 
*       uma crônica.

E o gênero escolhido para o grupo III foi o interrogatório.*    

Já percebemos que há um cadáver , quer  saber mais? Leia os nossos textos- Os interrogatórios!!!
Já foram postados dois textos do módulo III:
No lugar errado, na hora errada...
-Temporal à vista

-Um crime em minha porta.
Tem mais, aguardem!!!

Abraços:)


segunda-feira, 30 de abril de 2012

Alguns interrogatórios...

Temporal à vista

A campainha tocou e então gritei que já estava indo... Peguei meu celular e fiquei assustada com o horário, 10 h da manhã, parecia mais cedo. Olhei pela janela, estava um pouco escuro, um temporal à vista. Ainda estava de camisola e resolvi me trocar primeiro... Abri a porta e encontrei um homem caído na soleira... Meu Deus! Estava morto, então liguei para Central da Polícia. Assim, após a viatura levá-lo, tive de ir até a Delegacia. O Delegado iniciou o interrogatório:

― Boa tarde, diga-me seu nome e endereço.
― Boa tarde, senhor delegado. Sim, sou Maria Antonieta Borges Aihls, meu endereço é Rua São Francisco, nº 513, apt.11, Leblon.
― Profissão?
 ― Atriz.
―  Encontrou um homem morto... E você o conhece?
― Não...
― O que a senhora fez ao ver o homem?
― Toquei com meus dedos o corpo dele, estava frio e rígido. Depois, liguei aqui para central de polícia.
― Você escutou alguma coisa antes de encontrá-lo?
― Bem, acordei por volta das 2h com uma briga, mas não sei exatamente como foi, o que aconteceu, estava muito cansada e dormi novamente.
― Briga entre um casal?
― Provavelmente, havia uma voz feminina também...
― Seria uma briga em algum apartamento vizinho?
―Estava sonolenta, não tenho certeza, mas acho que estavam no corredor mesmo.
―Escutou o que diziam?
―Parecia uma discussão, mas não consegui ouvir muito bem, acredito que passaram pelo corredor, escutei vozes.
― Recorda de mais algum fato?
― Espera, estou assustada com tudo isso, mas a mulher gritou, sim acho que era uma voz feminina:
―Você vai me pagar por tudo...
É isso! Não me recordo de mais nada.
 ― Obrigado, por enquanto, Senhora Maria Antonieta.
― Ok, Delegado, estou à disposição.

Escrito por: Eliane Graciela.



Um crime em minha porta.

      Amanhecendo, encontrei um cadáver em minha porta. Tudo me parecia muito estranho. Acordei por volta das três horas da madrugada com um barulho estrondoso que vinha da rua. Abri os olhos e, imediatamente, levantei e fui ao banheiro trocar minhas vestimentas. Logo a campainha tocou. Quando aproximei da porta, vi uma poça de sangue que vinha do lado de fora. Destranquei a fechadura e, corajosamente, abri a porta. Meu corpo estava trêmulo por inteiro. Vi um homem caído na soleira. Corri os olhos para um lado e para o outro. Constatei que não havia ninguém por perto. Toquei o homem com os dedos e senti que seu corpo estava frio e rígido.Voltei para a sala onde fica o telefone e disquei para o número da central da polícia (190).Uma viatura policial chegou em dez minutos.Não tive outra opção a não ser ir para a delegacia.Que ambiente constrangedor! Fui chamada pelo delegado. Ele, muito sério e com a cara fechada, começou a perguntar:
     —Identifique-se, senhora.
     —Sou Fábia Roberta, moradora da Rua das Flores, número 18.
     —Como encontrou o cadáver?
     —Acordei com um barulho estranho que vinha da rua. Abri a porta da sala e ele estava caído na soleira.
     —Ele estava vivo ainda quando se aproximou?
     —Não. Toquei-o pelos dedos e percebi que seu corpo estava frio e rígido.
     —Mas, por que, um homem morto na porta de sua casa?
     —É a resposta que gostaria de saber também.
     —A que horas foi isso?
     —Por volta das três horas da manhã.
     —Viu alguém lá fora ou na rua?
     —Não. Estava muito escuro mesmo tendo acendido a luz do alpendre.
     —O que a senhora fez quando encontrou o cadáver?
     —Corri para o telefone e disquei o número da central da polícia (190).
     —A senhora tem alguma ideia do que poderia ter acontecido?
     —Não.
     —Tinha mais alguém em sua casa?
     —Não. Moro sozinha.
     —Não tem nenhuma testemunha a seu favor?
     —Não.
     —A primeiro momento, a senhora está dispensada. Qualquer dúvida que surgir, será interrogada novamente.
     —Até.
     —Até.
     E saí dali ainda tremendo pela situação constrangedora que, sem querer, me envolvi. Dias depois, lendo o jornal de circulação da cidade, A Voz do Povo, descobri que o homem foi assassinado com dois tiros no peito por causa de dívidas com agiotas da grande São Paulo.
                                                                                                                                                                                           Escrito por  Fábia Roberta de Oliveira.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

No lugar errado, na hora errada...


No lugar errado, na hora errada...
Mas, logo eu, parece que atraio essas coisa, esta é a segunda vez que me envolvo em delegacia... Me desculpe Srº delegado, mas tô nervosa..sou uma pessoa do bem, mas de má sorte...
-Seu nome, endereço, idade,  RG,por favor!
-Então.. estou tremendo, até perdi minha identidade..
-Por favor, precisa ser objetiva..
-Me..me...meu nome: Joana Ferrada da Silva, moro no morro Santo Deus, no lote 13, na Comunidade Juqueri. Tenho 25 anos, mais devia ter 23, é que meu resistro atrasou. RG num tenho não senhor.
- Certo! O que aconteceu ao amanhecer do dia 23 de Abril de 2011?
- Intão , ne., eu ouvi um barulho alto, lá fora, sempre acontece isso, mas nesse dia foi mais alto ainda  e tava ainda amanhecendo, levantei num pulo, porque cato papel e já tava atrasada..corri, fiz um cafezinho e o barulho aumentou, me arrumei, peguei meu carrinho de madeira, destranquei a porta e fui em direção ao beco, eis que olhei para todos lados, não tinha ninguém e vi um rapaz ingruvinhado, ali na soleira...
- E o que a senhora fez?
- Fiz foi olhar o rapaz , toquei com as pontas do dedo , pensei “virou presunto”.. me deu muito medo... peguei meu celular e liguei 193 pra  polícia..
- Quem atendeu a senhora?
- Disse policial Soares as suas ordens.. e eu contei, que tinha um rapaz duro aqui, dei o endereço e logo veio, anotou meu nome e cá estou nessa increnca..
- Pois saiba que a senhora , dona Joana, é uma testemunha chave deste homicídio.
-Deste omi o quê?
- Deixa pra lá.. então, a senhora não viu ninguém no local?
- Qui nada..nessas hora tudo corre..  
- Tudo bem, acho que por hoje é só, mas, saiba que será chamada mais vezes, é por  uma boa causa, já que trata-se de um jovem morto e sem antecedentes criminais.
- Ok , posso ir  agora? Tenho que Chegar em casa antes do entardecer, pois ali é um lugar muito perigoso, até logo!
- Sim, o policial leva a senhora, pode ser?
- Não....precisa não... pode deixar...
Produção feita por Rosana Fernandes Costa